Um rebuçado vindo da China?

A China é, neste momento, uma das maiores potências mundiais. O índice principal caiu ~75%, desde o início desta crise. Assim sendo, temos uma economia que, segundo as últimas previsões crescerá 7,5% e não os 9% previstos para 2009, antes deste crash. Não será o que era expectável, mas não corre risco de entrar em recessão.

Na China temos 300.000 pessoas com menos de 20 anos. A sua economia cresceu a um ritmo de 9,7% nos últimos 28 anos. É responsável pelo consumo de metade do cimento mundial, 30% do carvão, 30% do aço e 25% do alumínio.

Se acha que este bear market está já na sua fase de lateralização ou no fim da sua fase descendente, alocar uma parte dos seus investimentos nesta área do globo não seria mal visto numa óptica  de diversificação de investimento. Para isso temos vários meios de lá chegar. 

– Comprar ADR’s nos mercados americanos de títulos cotados nos mercados chineses.
_ Comprar ETF’s dos principais índices chineses
– Comprar fundos de investimento que tenham maior exposição à China. 

Para mim a mais simples é a compra de fundos de investimento. Pode mesmo assim escolher mais do que  um fundo de investimento para alocar esta parte da sua carteira.

De notar que este tipo de investimento é para um horizonte de 4 ou 5 anos.

“Este texto reflecte apenas uma opinião pessoal e não deve ser considerado como um aconselhamento de investimento. Sempre que o autor do texto detiver acções (ou posições abertas em mercados derivados) que tenham sido objecto de referência no texto, ele fará divulgação desse facto. O Maisvalias não se responsabiliza por mais ou menos valias resultantes de acções tomadas com base neste texto.”

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