Plano Anual de Finanças Pessoais – Orçamento Anual II

Um bom planeamento da vida financeira trás várias vantagens futuras pois o dinheiro é algo pragmático e aritmético, onde a frieza dos números nos chama à realidade.

O problema são as emoções, sentimentos e todo o tipo de valores que atribuímos erroneamente ao dinheiro e que comprometem a nossa saúde financeira. Investir poucas horas por mês no planeamento financeiro, para aferir os gastos e reanalisar o plano, trará mais qualidade de vida no longo prazo.

No exemplo do artigo anterior (Plano Anual de Finanças Pessoais – Orçamento Anual) e assumindo que poderá ter uma margem de erro de 5%, estima-se que o orçamento necessário para o ano vindouro seja de cerca de 13.400€. Prevê-se por isso uma média de gastos mensais de 1116€. A taxa de poupança mínima deverá ser de 111€ mensais, que corresponde a 10% de poupança. Importante é analisar agora se conseguimos ganhar em média 1228€ por mês.

O próximo exercício, o Mapa de Fontes de Rendimento certamentea judará, mas também se poderá fazer uma iteração sobre o Orçamento Anual estimado e alinhar os gastos com os nossos reais objectivos, se estimarmos que os nossos rendimentos não chegam para as despesas.

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