O fim de um sistema solidário

Vivemos hoje em dia num sistema solidário, em que uns contribuem mais para os que menos contribuem terem acesso a benefícios.

Os benefícios podem ser aproveitados por todos. Mas o que este governo está a fazer é a retirar os benefícios a quem mais contribui para ele. Por outras palavras está a afastar os melhores clientes deste sistema solidário, está a criar mais regras, mais complicação.

O que é que vai acontecer?

O que vai acontecer é que quem mais contribui para o sistema e está a ser afastado dos seus benefícios, logo vai interrogar-se sobre as suas vantagens. Vai gradualmente deixar de contribuir para o mesmo, vai arranjar forma de esquivar das suas contribuições de forma a garantir a nível pessoal os beneficios retirados.

Se eu contribuo para um sistema do qual passo a não retirar vantagens, qual o propósito de contribuir para o mesmo?

Acontece como sempre aconteceu ao longo dos anos, tem vindo a ser ciclico, Em tempos de crise os que mais contribuem são os que mais são apertados para aumentar esse esforço. Como têm recursos quer intelectuais, quer financeiros acabam por arranjar alternativas e quem acaba por ficar prejudicado no médio/longo prazo é quem mais precisa dessa ajuda.

Regras e mais regras?

As regras criadas pelo governo, acabam por criar mais burocracia e subsequentemente mais recursos humanos para as controlar. Contratar mais pessoas ou sobrecarregar as mesmas. Ainda não acabaram de implementar uma regra saltam para outra e acabam por nunca conseguir colocar em prática nenhuma delas.

Este governo deveria pensar melhor antes de retirar benefícios aos seus melhores clientes.

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