A morte e os impostos

Recomendo vivamente a leitura deste texto o qual deixo aqui o link e um excerto:

O que impressiona, para além da solidão que permite que alguém morra sem que ninguém dê por nada, é que o mesmo Estado que dá pelo não pagamento de uma dívida ao fisco não dê, não queira dar, pelo desaparecimento de um ser humano. Que o contribuinte exista, mas o cidadão não. Que quem tinha a obrigação de pagar impostos tenha deixado de existir nos seus direitos. A metáfora é macabra. Mas é poderosa. Este Estado que não se esquece – não se deve esquecer – de nós quando é cobrador, mas para quem não existimos quando nos é devida alguma atenção.

Dá que pensar…

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0 comments on “A morte e os impostos”

  1. António Carvalho Responder

    Olá, boa noite. Queria pedir a vossa ajuda, se fôr possível. Somos três irmãos e temos um “casal” em Marinhais, no concelho de Salvaterra de Magos. O meu Pai (viúvo) tem o usufruto do mesmo. Mas, atendendo à sua avançada idade, e os filhos dispersos por Caramulo, Algarve e Amadora, decidimos de comum acordo vender o dito “casal” que tem dois mil metros quadrados, duas casas de habitação, uma arrecadação, um poço+um tanque de rega automática e ainda um pomar de laranjeiras. Com boa localização – Estrada Nacional 367 + Estação da CP a cem metros e Paragens da Rodoviária junto à passagem de nível. Temos uma oferta de 125 mil euros. A quem podemos recorrer para avaliar um preço justo? Agradeço,

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