A (in)dependência dos funcionários bancários

Um artigo interessante no Negócios sobre o aconselhamento financeiro por parte dos bancos e dos seus funcionários, desperta para um problema que está e estará sempre em cima da mesa. Se não existem conselheiros financeiros independentes, como é que este aconselhamento pode ser independente?

Comparando este negócio a outros, se for comprar um carro (A ou B) ao stand automóvel e o vendedor ganhar 100€ pelo A e 150€ pelo B qual acha lhe será mais sugerido mesmo que não seja o mais indicado para si? (por exemplo diferentes cilindradas)

Se for ao banco e houver 2 produtos mas o gestor bancário ganhar um prémio por vender um deles, qual será o produto que lhe será vendido ou aconselhado?

Zemanta Related Posts ThumbnailSe não entende o que está a comprar, não o faça. Opte pelos depósitos a prazo. Se a pessoa que o aconselha, trabalha para o banco (é o banco que lhe paga o salário), é natural que se não for sua amiga, fique sujeito à capacidade dessa pessoa ser ser honesta consigo. Mas faça a analogia com outros negócios e verá que se o fizer, irá subscrever mais produtos que entende e não tanto produtos que não sabe minimamente como funcionam.

 

Consulte aqui a análise da DECO publicada no Negócios.

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