Porque devemos cortar nas perdas!

Existe, em quase todos os investidores uma certa reticência em assumir perdas nos negócios. Seja pelo facto de estarem a assumir que erraram, seja pelo facto de ficarem na esperança de que o título recupere.

Quando não existe um Stop Loss (Ordem de venda automática a um preço estipulado previamente) tendemos a ficar na esperança que o título volte a um preço melhor do que o actual. É verdade que isso poderá acontecer. Devemos no entanto ter regras e objectivos definidos quando estamos nos mercados financeiros. (mais…)

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O Primeiro-Ministro e a teoria do Jogo.

No passado fim de semana (sábado e domingo), o Primeiro-Ministro respondeu na TSF a questões sobre vários aspectos da vida económica. Foi notório e repetitivo ao longo da entrevista que para o Primeiro-Ministro, a Bolsa é um local de jogo e que investir em activos financeiros (acções, futuros, etc.) é de facto algo muito trivial, é apenas “jogar na Bolsa”.

Independentemente da falta de formação financeira do mais alto responsável pelo Governo, penso que este é um tipo de discurso que se revela totalmente desadequado à actual conjuntura. Num momento em que os mercados estão numa fase de turbulência, considerar a Bolsa como um casino é algo que castiga ainda mais as expectativas e confiança dos investidores, agravando de forma considerável a desvalorização das empresas. (mais…)

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Best – Depósito a prazo em USD

O Banco Best está a comercializar um produto que pode induzir em erro alguns dos subscritores. O texto que descreve o produto apenas fala em aproveitar o potêncial de subida do dólar. Os juros em si são muito inferiores aos que se podem conseguir num depósito a prazo em euros. Logo a partida se o dólar se mantiver inalterado, o investidor está a perder dinheiro. Pois poderia em euros garantir uma rentabilidade melhor. A frase que apresenta o produto é em si enganadora, “Os Depósitos a Prazo em USD, permitem-lhe investir sem risco…”. O risco não está no produto em si é claro, o dolares vão valorizar-se à taxa que o banco garante, que oscila entre 3.4 e 3,6%. O problema reside na moeda em si. Se o dólar se desvalorizar face ao euro, o cliente ganhará a taxa de juro mas perderá no câmbio da moeda. (mais…)

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