Passatempo Paul Krugman Maisvalias/Presença

O Maisvalias e a Editorial Presença, vão entregar um livro de Paul Krugman (O Regresso da Economia da Depressão e a Crise Actual) aos 3 melhores textos enviados para admin@maisvalias.com. O Booktrailer pode ser consultado em http://www.youtube.com/watch?v=eP31xMoCgnI. A entrega de textos poderá ser efectuada até dia 31/03/2009. Todos os textos devem ter como tema “A … Ler mais

Onde estão os investidores experientes como Rogers, Faber ou Casey a colocar o seu dinheiro?

Estes veteran investors, com várias décadas de experiência em investimentos e tendo já ultrapassado várias fases de boom and bust têm normalmente uma sensibilidade superior à média para decidir onde e quando investir neste tipo de situações extremas. Eles conhecem de alguma forma alguns “truques” do mercado.

Jim Rogers, o investidor lendário que é um comentador frequente nas cadeias de televisão dedicadas aos mercados financeiros como a Bloomberg e a CNBC está extremamente pessimista sobre a evolução futura do mercado de acções. Rogers afirmou recentemente a uma cadeia de televisão Indiana, “I have sold all my stocks everywhere in the world, except for some stocks in China. I bought some more stocks in China in October and in November but I am not buying shares anywhere in the world”. Rogers afirma categoricamente que só detém acções na China e que na actualidade não está comprador de acções em nenhum mercado.

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Artigo no Semanário Alemão "Die Zeit" – Para onde foi o dinheiro?

Este é um artigo que espelha a crise como nenhum outro. Uma peça de jornalismo de grande utilidade para o leitor sem experiência em mercados financeiros. Demora cerca de 15 minutos a ler, mas vale cada minuto.

Este artigo ajuda a clarificar ideias quanto ao momento que vivemos.

Chegou a mim por email e vinha como traduzido por Elisabete Antunes, a quem agradeço desde já mesmo sem conhecer.

Todas as marcas referidas são propriedade dos seus respectivos donos.

DIE ZEIT, 27.11.2008 Nº. 49 [http://www.zeit.de/2008/49/DOS−Wo−steckt−das−Geld]

Para onde foi o dinheiro?

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Consultório

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SGD e Expresso com jogo de bolsa online

A SGD e o Expresso anunciam jogo online sobre bolsa. Cada concorrente começa com 100.000 € e pode investir nas cotadas dos quatro mercados Euronext (Lisboa, Paris, Bruxelas e Amsterdão). Como prémios teremos um Scirocco para o primeiro classificado e quatro prémios de 2.500 € para os melhores classificados em certos periodos do Jogo. Sem … Ler mais

Crash de 1987!

O ano de 1987 proporcionou a maior queda da história registada num só dia. O índice Dow perdeu 22,6% do seu valor, ou 500 Mil milhões de dolares no dia 19 de Outubro de 1987!

Os anos de 86 e 87 foram a extensão de um bull market (mercado em tendência de subida), que começou em 1982. Estas subidas foram sustentadas por OPA (Ofertas Públicas de Aquisição) , compras alavancadas e fusões (junção de empresas). As empresas lutavam para angariarem capital para adquirirem o poder necessário para comprarem as suas rivais. A filosofia da altura era que as empresas iriam crescer exponencialmente apenas por comprarem outras companhias. Nessas compras alavancadas (nos casos em que as empresas não tinham capital próprio), a angariação de capital era efectuada com base na emissão de “Junk Bonds” (Obrigações de Alto Risco), para o público em geral. Sendo as mesmas de alto risco, pagavam uma alta taxa de juro. Ao mesmo tempo as OPV (Ofertas Públicas de Venda) começavam também a ser comuns. Áreas como a dos Micro-computadores estavam no topo do crescimento. Era esperado que este tipo de empresa fornecesse produtos que iriam mudar a forma de viver, ferramentas como o PC (Computador Pessoal). Com estas perspectivas esperavam-se também novas formas de lucro. O investidor comum apanhado pela euforia contagiante, similar a qualquer outra bolha, achava que as acções apenas tinham um caminho, o caminho da subida.

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Bolha de 1929

Os anos 20 foram tempos de paz e grande prosperidade. Após a primeira guerra mundial, esta prosperidade foi alimentada por uma grande industrialização e novas tecnologias, como o rádio ou o automóvel. A aviação começava também ser uma realidade. A economia beneficiou muito de novas tecnologias que mudaram o dia a dia.

À medida  que o DJIA (Dow Jones Industrial Average) galopava, muitos investidores começaram a comprar acções. Estes activos eram vistos como activos seguros pela maioria dos economistas, devido à expansão da economia. Os investidores começaram a comprar acções em margem. Por cada dolar investido, um utilizador pedia emprestado 9 dolares de valor em acções. Logo se a acção subisse 1% o investidor irira receber 10% do capital realmente investido. Esta alavancagem também funciona no sentido contrário, se o activo gerasse perdas de 1% o investidor iria perder 10% do capital realmente investido. Loog se uma acção tivesse perdas avultadas, o investidor poderia perder todo o seu dinheiro e quem sabe ficar a dever ao seu corretor.

De 1921 a 1929, o Dow Jones passou de 60 para 400! Milionários foram criados quase instantâneamente. Rapidamente o mercado de acções passou a ser o passatempo preferido dos EUA. Invetidores hipotecaram as suas casas, e investiram poupanças de uma vida em acções muito arriscadas, como a FORD e a RCA. Para o investidor comum, acções eram rendimento certo. Poucas pessoas estudavam os fundamentais das empresas em que investiam. MIlhares de empresas fantasmas foram criadas, burlando assim investidores menos atentos. A maioria deles nem sonhava que um crash fosse possivel.  Para eles o mercado iria sempre subir.

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Bolha South Sea Company

Denominada como a “Enron da Grã-Bretanha”, esta bolha é considerada como uma das piores da história.

A mania começou em 1711, depois de uma guerra que deixou a Grã-Bretanha com uma dívida de 10 milhões de libras. A Grã-Bretanha propôs um acordo financeiro à South Sea Company, em que a dívida seria financiada com uma taxa de 6%. Foi adicionada uma clausula apetecível, os direitos exclusivos de trocas nos Mares do Sul. A South Sea Company rapidamente aceitou o acordo. A proximidade das ricas colónias Sul Americanas. a Companhia planeava criar um monopólio de escravos. Adicionalmente pensavam que os Sul Americanos iam trocar de bom grado ouro e joias pela lã e roupas bretãs.

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